Como é o sistema de trabalho no Japão?

Como é o sistema de trabalho no Japão? – Geralmente, todas as empresas japonesas contratam trabalhadores logo após a conclusão da escola ou universidade e embora, habilidades e experiências sejam primordiais, elas não exigem que os candidatos tenham as aptidões necessárias para desempenhar suas funções. Isso é devido ao fato de que a grande produção em massa ocupou de forma rápida as empresas após a Segunda Guerra Mundial.
O Japão possui um sistema tradicional e ideal em sua cultura, que consiste em treinar e desenvolver os funcionários e recém-chegados, para que os mesmos possam adquirir mais conhecimentos e experiências, investindo em sua educação e treinamento profissional. Normalmente, espera-se que tais colaboradores demorem alguns anos até que se tornem extremamente eficientes, em vista disso, é estimado que eles permaneçam trabalhando na empresa até atingirem a idade considerada obrigatória para se aposentarem (60 anos) e na aposentadoria, recebem uma gratificação e pensão. Quando e se os negócios não estiverem bem, os funcionários regulares, são demitidos apenas como último recurso e alternativa.
Relações de trabalho
Embora em muitas empresas existe conflitos de interesses, no Japão, é o oposto. As empresas japonesas procuram criar e manter um ambiente agradável e familiar, onde o consenso e a união, são bem vistos e estimulados, por isso as diferenças que podem existir entre aqueles que possuam os maiores salários (gerentes) e menores (proletariado), são praticamente nulas se comparado com os outros países do mundo.
Mudanças no trabalho e na sociedade
Em meio às modificações e variações sociais e econômicas, fatores como o rápido envelhecimento da população e baixa taxa de fertilidade, o sistema tradicional de trabalho japonês tem sido obrigado a adotar novas práticas empregatícias, ou seja, as empresas têm contratado cada vez menos empregados regulares e o número de empregos no Japão de meio período e contratos temporários, tem aumentado. O desemprego entre os trabalhadores irregulares, vem se tornando em uma crise financeira global.
O percentual de desempregados cresceu de 300 mil para 1,92 milhões, em contrapartida, o número de pessoas empregadas diminuiu, em comparação com o período de oito anos atrás.
Expectativas
Apesar da taxa de desemprego ser baixa quando comparada às outras economias mundiais, a perspectiva no aumento de empregos pode ser algo incerto, levando em consideração a recessão econômica em meio à luta contra o coronavírus, mas tudo dependerá das consequências da pandemia.

MAX BLANC

Ceo Super Agência

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